quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Da ternura


Alguém que me ama, na sua límpida e cândida ternura, perguntou se não me sentia triste por viver só.
Respondi que não estava só porque a guardava no meu coração !

Nota: Sendo de amor, o tema do bem me queres, não resisto a transcrever aqui este texto com que há alguns anos iniciei o meu primeiro blog, então virado à solidão e mansa loucura (cantodocarlos.blogspot.com)

3 comentários:

Mariz disse...

Salvé!
Só pode ter a impressão digital duma criança...neta, supõe-se. Essa vez, toca a todos, mais cedo ou mais tarde. Também estou só mas não isolada...por uma opção de vida. Gosto de levar esta vida de eremita...perceb-se melhor as cosas,pessoas e animais. O mundo mostra-se de outra côr...para quem o queira ver de outra côr...bem entendido!

Até sempre..
MAriz

Anónimo disse...

Neste amor, que penso ser do avô por uma neta, acredito sem reservas. É puro ,é grande e não pede nada em troca embora sem pedir receba um oceano do mesmo sentimento.
Com amizade,
Ida

Parapeito disse...

...e nunca se está só , quando se tem os olhos e o coração cheios de alguem que nos quer bem...